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5 Dicas pra Usar Um Tripé

Acho que uma das coisas mais úteis que um ser humano pode comprar em termos de fotografia é um tripé. Sério, é um facilitador em tantos níveis que eu poderia ficar aqui listando o dia inteiro, junto com os benefícios do disparador remoto, que é outra coisa na qual eu sinto que meu dinheiro foi muito bem gasto.

Eu tenho um tripé de chão, um de mesa e até tripé pra celular, então digamos que eu tenha um certo apego e bastante experiência no assunto. Daí eu resolvi listar 5 Dicas pra Usar Um Tripé que parecem simples, mas que vão definir se você vai amar usar um tripé ou se a experiência toda vai ser um desastre:

 

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1- Tripés fracos = câmera no chão!

Eu entendo – principalmente quando se está começando – que não rola muito dinheiro e gastar muita grana num tripé parece desnecessário – e até certo ponto é – mas não queira ser econômico DEMAIS. Tripés fracos não vão aguentar o peso da câmera + lente e existe a probabilidade de tudo ir parar no chão. Sabe aquela história de “o barato sai caro”? Pois é.

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Não achei a fonte dessa imagem, mas MUITO OBRIGADA, ser humano que fez. <3

2- Estender a última parte primeiro

A maioria desses tripés ” de gente grande” tem 3 travas que você pode abrir e a última é  sempre mais fina. Por isso, dê preferência as outras duas, que são maiores e dão um pouco mais de estabilidade. Só abra essa quando realmente for usar todas as três.

3- Não nivelar o horizonte:

É tripé, mas não faz milagre. Verifique se o horizonte da sua imagem tá alinhado pra foto ficar direitinha, a não ser que você esteja indo pra um lado mais modernoso e queira tudo torto mesmo, daí é problema seu. Pra quem tem dificuldade com isso, existem níveis pra te ajudar como esse da foto abaixo:

Imagem: Digital Camera World
Imagem: Digital Camera World

4- Carregar a câmera pendurada no tripé:

Não, pelo amor de deus, NÃO. Eu sei que parece que a câmera tá super firme ali no tripé – e até está – mas não é seguro. O parafuso pode se soltar por alguma razão, você pode esbarrar em algo etc etc etc e aí ADEUS, câmera bonitinha.

5- Comprar o tripé pra usar de cabide:

Se você gastou dinheiro em um tripé, LEVE-O quando sair pra fotografar. Você nunca sabe quando pode achar uma oportunidade de foto legal e é muito melhor ter e não precisar do que querer usar e ter largado em casa.

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O Problema não é a Plataforma, é o Conteúdo mesmo.

Vocês já me seguem no Snapchat? Eu vez ou outra tenho uns momentos sincericídas por lá, falando sobre coisas que eu fico observando, coisas que eu acabo lendo e tal, mas o problema é que se você for ter um rant eterno no Snapchat, vai gravar 60000 segundos e ninguém vai querer ver. Pra onde você vem? Pro blog.

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Aqui no Primeira à Esquerda eu falo de fotografia — o último que transformou o nome do meu blog em questão política eu mandei pastar, fica o aviso, me deixa ser canhota — já trabalhei em agência e produzo conteúdo desde que alguns de vocês nem eram nascidos, então a minha lista de observações nem sempre úteis sobre conteúdo na internet vai longe, bem longe. 

Daí ontem eu li um texto sobre como o Snapchat faz um conteúdo descartável e “ai meu deus o que estamos fazendo aqui?” e uma conhecida minha que trabalha em agência comentou no Facebook como era frustrante pagar uma nota pra um influenciador falar bem de uma marca pra no dia seguinte o cara ser um imbecil e lançar um conteúdo de muito mau gosto. Eu nem vou entrar em detalhe sobre o conteúdo, mas puts, mau gosto define bem. 

Se a gente falar em vida do conteúdo, ok, o Snapchat tem uma vida bastante curta, mas se falarmos de conteúdo descartável, não acho que a plataforma tenha nada com isso, de verdade. Já vi Snaps de fato úteis, com um conteúdo que faz algum sentido mesmo que dure apenas 24 horas e coisa extremamente descartáveis que vão viver eternamente em posts em blogs e vídeos no Youtube.

Eu não sou a maior fã de Youtube do planeta — sei lá, devo ser a única pessoa que não criou um apego, pode me chamar de velha — mas se tem algo mais descartável do que algumas tags por lá, eu sinceramente desconheço. Enquanto isso, existem tweets com 100 caracteres que realmente servem pra algo e vídeos de 10 segundos que podem inspirar alguém.

Ser bom, útil, inspirador ou de mau gosto, desnecessário e descartável não é uma questão de plataforma, é o que você produz nela, pequeno gafanhoto. =)

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Lista desafioprimeira de Outubro!

Três meses pra acabar o ano. TRÊS MESES PRA ACABAR O ANO. Quando eu penso que terminei uma lista, já aparece o aviso na minha lista de tarefas sobre a próxima, alguém desliga essa rapidez toda, por favor?

Se você é novo no desafio, bem-vindo! Todas as regras e coisas que você precisa saber estão nesse link. Dê uma boa lida lá e depois volte pra esse post, ok?

Se você já participa, lá vamos nós de novo!

#desafioprimeira Outubro 2015

Outras informações úteis:

Como participo?

Como falei no comecinho desse post, todas as informações sobre como participar estão nesse link.

Como vejo as listas anteriores?

Você pode conferir tudo o que a gente já fez aqui.

As fotos precisam ser minhas?

A ideia é essa. Claro que eu não tenho como controlar vocês e nem proibir alguém de participar se estiver usando fotos dos outros, mas a ideia é exercitar a criatividade e melhorar a fotografia, ou seja, PRATICAR! Sem falar que usar foto alheia pode dar confusão, por favor, não façam!

Preciso me cadastrar?

Sim, o ideal é que você se cadastre no formulário no fim dessa página.

Lembrando que ainda estamos na lista de Setembro, que você pode encontrar aqui. Bem-vindos e bom desafio!

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Sobre Estar Onde Você Deveria Estar

Desde que viajei no feriado, pensei várias vezes no quanto era engraçado as coisas que têm acontecido em relação ao meu trabalho e aquela coisa de “quem eu sou, afinal?“. Veja bem, eu tive 16 horas de carro entre ida e volta de viagem, então tempo pra pensar na vida, reorganizar o trabalho e achar graça em coisa besta não me faltou.

Nos últimos 10 anos, eu me peguei pensando várias vezes em o quão longe eu estava da pessoa que eu era quando criança. Sabe aquelas criancinhas ligadas no 220w, que canta, dança, sapateia, é lider da turma e parece que tá sempre pronta pra pôr uma ideia louca em ação? Era eu. Fosse isso nos dias de hoje, eu era uma candidata séria ao diagnóstico de hiperatividade. Mas era eu, sabe? e eu era feliz pra caramba sendo criativa, inventando coisas e fazendo as coisas da minha maneira nem-sempre-convencional.

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Mas aí, como me disse alguém uma vez, a gente cresce e fica besta. A gente começa a se fechar cada vez mais nos moldes das pessoas, porque “não dá pra viver sendo criativa, as pessoas precisam de estabilidade”. A palavra “estabilidade” sempre me deu um certo calafrio. Nada contra coisas estáveis, relações, dinheiro no banco e tal, mas quando se tratava de trabalho, “estabilidade” sempre soou um alarme gigante de tédio na minha cabeça. Eu já me imaginava passando num concurso público e indo trabalhar de terninho pro resto da minha vida. E embora eu saiba que isso é o sonho de muita gente e eu acho que cada um é cada um, pra mim era uma sentença de morte.

Fazer a mesma coisa todo dia e ficar esperando a aposentadoria? Me mata agora e acaba logo com isso.

Eu comecei a fotografar ainda adolescente, quando internet era um troço meio primitivo – oi Mirc, beleza? – e fotografia como trabalho significava casamentos, formaturas e festas de empresa. Não, obrigada. Até hoje não curto, imagina aos 16 anos? Kill me, kill me now.

Eu sei que falando assim eu pareço uma chata que não gosta de nada, mas… é, talvez eu seja mesmo.

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E durante muito tempo eu larguei a fotografia – chegou uma época que eu nem tinha mais câmera, dá pra imaginar? – fui trabalhar em agência e tratar de arrumar a tal estabilidade que parecia que só viria se eu me enfiasse no trabalho o dia inteiro no modo automático. Sim, agências muitas vezes são descoladas e o sonho de muita gente entrando na faculdade, mas quando você mora numa cidade pequena e não muito descolada, depois que você redige o trigésimo texto de dia das mães pro comércio local, você começa a questionar o rumo das coisas.

E a sensação de que tinha algo muito errado COMIGO só aumentava, porque todo mundo parecia feliz e encaixado no que escolheu fazer, menos eu.

Anos, anos dos meus 20 e poucos nessa vibe. Até um belo dia no começo de 2012 quando eu estava de molho porque tinha arrancado um siso – essa parte era importante? não? me deixa – e sabe-deus-porque caí num site de fotografia. Se não me falha, era o FStoppers. E eu comecei a ler, fuçar, olhar pra tudo e me perguntar “por que mesmo eu parei de fotografar?” De repente, foi como se eu tivesse reencontrado algo que eu tava procurando a muito, muito tempo mesmo sem saber. Eu lembro da sensação até hoje.

Duas semanas depois, num impulso muito louco, compre minha velha Canon T3, voltei a fotografar e troquei o foco desse blog. Apaguei tudo o que me lembrava um blog que nem parecia meu. Tava muito, muito enferrujada mesmo, levei um tempo até lembrar algumas coisas, tirar o pó da minha criatividade que eu nem lembrava mais se existia.

Volvo Ocean Race

E cá estamos. Exatamente onde a Luísa de 16 anos queria estar aos 29, fazendo algo criativo, que ela tivesse vontade de fazer e sem sentir que estava tendo alma consumida. Às vezes eu sinto que perdi um tempão da minha vida fazendo coisas que não faziam eu sentir nada além de tédio? Sim, mas eu precisava aprender o que eu não queria pra mim. Talvez, se tivesse sido fácil demais, eu não enxegaria as coisas com clareza. Às vezes a gente precisa pastar um pouco até aprender.

Mas aprende. Calma que aprende.

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Instagram X Realidade #2

Eu sabia, eu tinha CERTEZA que as pessoas iam curtir essa série, já que basicamente sou eu contando os meus draminhas fotográficos de cada dia pra vocês rirem da minha cara e bingo: emails, mensagens e comentários pedindo pelamordedeus pra continuar a série. Aparentemente, auto bullying combina comigo. Você pode ver o primeiro post aqui

Enfim, a coisa mais fácil do mundo é achar cenas/pensamentos bisonhos por trás das minhas fotos, então cá estamos no segundo post dessa série que tem tudo pra ser infinita. Mas por favor, me siga lá no Instagram pra ver as fotos finalizadas e bonitinhas, né? Só rir da minha cara não vale.

 

Instagram X Vida Real @luhtestoni
Instagram:

“Olha como eu sou organizada, que bonitinho todo o meu equipamento limpo”

Realidade:

“Precisa mesmo limpar tudo isso? Eu uso tudo isso? Por que raios eu tenho 3 pau de selfie se eu nem uso esse troço? Uma hora dessas o Acumuladores vai me encontrar”.

 

Instagram X Vida Real @luhtestoni
Instagram:

“Sou observadora pra caramba e achei o ângulo certo”.

Realidade:

“Por que raios tem tanto poste em Porto Alegre? Tô querendo ser minimalista e vou passar meia hora cortando poste, é isso?

Instagram X Vida Real @luhtestoni
Instagram:

“Faço essa série com luz tão facilmente, olha que fofa”.

Realidade:

“Será que tem problema essa luz tão perto do meu cabelo? Cara, ia ser muito patético morrer por causa de uma luz de Natal, não? Essa é aquela que comprei no Ebay? AI MEU DEUS TÁ ESQUENTANDO ESSA PORCARIA!”

Instagram X Vida Real @luhtestoni
Instagram:

Casualmente dando uma volta de teleférico e fotografando perto de casa”

Realidade:

“Por que mesmo eu tô aqui em cima de novo? Eu já estive aqui mais de 10 vezes e morro de medo desse troço. Tudo isso por causa de umas fotos? Eu devia ter ouvido as minhas tias e feito concurso público”.

 

Instagram X Vida Real @luhtestoni
Instagram:

“Acertando o ângulo até debaixo d’água, é muito treinamento”.

Realidade:

“Golpe de sorte daqueles, eu não tava vendo porcaria nenhuma”.

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Testando a Câmera do Zenfone 2

E lá vamos nós, né? Depois de 2 semanas testando e vocês me fazendo quinze mil perguntas, hora de contar um pouquinho sobre a tão falada câmera do Zenfone 2.

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Três semanas atrás, o pessoal da Asus entrou em contato comigo, dizendo que me enviariam um Zenfone 2 pra conhecer as funções da câmera traseira massa de 13 megapixels, com função manual e tudo. Passei dias me roendo de curiosidade pra ver se era tudo isso mesmo até chegar e eu arriscar fotografar uma viagem de 4 dias praticamente só com ela e a GoPro, já que vocês bem sabem que nem sempre rola andar com uma DSLR no pescoço por aí feito um desavisado completo, né?

Pausa: eu não sou especialista em celular, né? vamos focar na minha praia. Antes que alguém me faça perguntas técnicas sobre bateria, performance e outras coisas nas quais eu sou semi-leiga, aviso que esse post é sobre a câmera. Porém, como sou legal e modesta, deixo aqui o link da resenha que meu excelentíssimo amigo Marcel fez sobre o celular – tem foto minha lá, inclusive – com todas as dúvidas que vocês podem ter sobre outras coisas com as quais eu não sirvo pra muita coisa. 

Continuando: Como falei antes, a câmera traseira é de 13 megapixels e sim, isso faz a senhora diferença, mesmo a gente achando que não e pra mim, uma das coisas mais legais foi a função manual. Pra quem tá acostumado a configurar o máximo possível e dar uma bota no modo automático, é um senhor alívio.

 

 

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Mesmo sem você instalar aplicativo nenhum, a câmera já vem com várias opções de imagens que te ajudam pra caramba:

  • Automático: ele mesmo configura tudo dependendo da luz ambiente
  • Manual: Você configura tudo por conta. Amor eterno, amor verdadeiro
  • HDR: Tenho uma relação de amor e ódio com HDR, mas esse do Zenfone é bem bom, nada daqueles apps de HDR que causam uma destruição e vontade de morrer.
  • Embelezamento: Dá uma melhorada na sua cara automaticamente na câmera frontal. Acredite, funciona.
  • Super Resolução: Combina fotos e cria imagens bem detalhadas. ( tô querendo usar numas coisas bem loucas que postarei no Instagram)
  • Pouca Luz: A maior inimiga da fotografia de celular é a falta de luz. Essa opção dá uma boa melhorada, mas também não espere milagres.
  • Cena Noturna: Diminui a velocidade pra pegar as luzes da noite sem borrar tudo.
  • Profundidade de campo: Sabe o velho “Luh, como você desfoca o fundo”? Então, profundidade de campo. Claro que não fica igual uma lente 1.4, mas dá um desfocado bem legal.
  • Efeitos: Filtros pra quem ama filtros!
  • Selfie: Com a câmera traseira mesmo, tira selfies numa qualidade bem legal. Inclusive, calculando a quantidade de rostos na cena pra ninguém sair estranho.
  • Animação GIF: Fotografar e transformar em GIF? o sonho de muita gente que eu conheço
  • Panorama: Finalmente uma panorama de celular que fica boa. Sério!
  • Miniatura: Transforma um objeto de tamanho real numa pequena escala. Confesso que tô apanhando pra isso daí, mas juro que vou melhorar.
  • PanoSphere: Rola um 360 graus bem legal do seu cenário!
  • Removedor Inteligente: Tem gente andando atrás da sua foto? TIRA!
  • Sorriso grupo: Tirou 10 fotos e cada um saiu melhor em uma? ele junta o melhor de cada um numa imagem só.
  • Câmera lenta: Pra vídeos – Grava cenas rápidas e depois coloca em velocidade de “gente normal”
  • Passagem de tempo: Pra vídeos: Grave e depois passa numa velocidade maior.

Dá pra ver que tem função pra caramba, né? Mesmo a câmera frontal, que não é tãoooo boa quanto a traseira, já é bem melhor do que várias que a gente vê por aí e já deixa as selfies um pouquinho melhores.

Eu tô usando bastante nesses últimos dias e me surpreendeu positivamente, acabou até virando uma segunda câmera, instalei meus aplicativos de foto ali e tô me divertindo bastante. Veio também pra testar o Lolliflash, mas farei um post só dele ainda no fim dessa semana.

Se você tá querendo um celular novo e a câmera é prioridade pra você, o Zenfone 2 pode ser sim um boa escolha. Abaixo, algumas das fotos que fiz com ele no feriado. Estou postando várias no meu Instagram – segue lá! –  e sempre colocando em # o equipamento que uso, já que vocês sempre perguntam e isso facilita um pouco o meu lado.

E sim, o celular também é uma gracinha, funciona bem e tem uma bateria bem decente. Curti. =)

 

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