Lista #desafioprimeira de Setembro!

Como assim já é setembro? cadê 2014 que eu não vi? Eu vendo ou não, hoje é dia 20, conhecido aqui por “dia que a lista do #desafioprimeira tem que sair de qualquer jeito“. Então vamos lá:

Caso você seja novo no desafio, bem-vindo! Tudo o que você precisa saber está nesse link, então leia tudo direitinho antes de começar, beleza? Inclusive pra quem sabe ganhar as canecas que a gente dá no final do desafio de cada mês e tudo mais. E se você já participa, lá vamos nós de novo! E não, se você já se cadastrou pra ganhar a caneca no mês anterior, não precisa cadastrar de novo, ok?

Eis a lista nova com o direcionamento de sempre:

lista #desafioprimeira Setembro

1- Minha manhã: Como seu dia começa?

2- Fones de ouvido: fotografe fones, essa maravilhosa invenção da humanidade.

3- Inspiração: O que te inspira?

4- Placas: De trânsito, de rua…

5- O que eu faço: O que você faz da vida? queremos ver!

6- O mundo é preto e branco: ué, preto e branco, pequeno Jedi.

7- Independência: 7 de Setembro, marchando…essas coisas.

8- Arte: o Que é arte pra você?

9- Relaxando: tire 5 minutos e relaxe!

10- Fogo: sem incendiar nada, por favor!

11- Carros: fotografe carros.

12- Eu hoje: como você está hoje? o que tá vestindo? qual seu humor?

13- Natureza: flores, folhas, praia…

14- Espelhos: encontre um espelho e faça uma foto marota

15- De perto: desde que ele não morda, chegue perto do objeto da sua foto

16- Memória o que te traz lembranças?

17- Coleção: qual é a sua?

18- Bicho: um bicho!

19- Em casa: o que rola no seu lar doce lar?

20- Metade: fotografe só metade

21- Hobby: o que você faz por diversão?

22- Primavera:tchau, inverno, já vai tarde!

23- Vermelho: a cor do mês.

24- Lendo hoje: um livro, um trabalho ou o cardápio da lanchonete.

25- Comprei: qual foi sua última compra?

26- Tema livre: enlouqueça!

27- Rabiscando: rabisque alguma coisa e mostre pra gente.

28- No chão: esteja sempre atento e fotografe o que tem no chão.

29- O Plano pra hoje: qual seu plano pra esse dia?

30- Tchauzinho:tchau Setembro, te vejo em 2015!

E é isso! Lembrando que ainda estamos na lista de Agosto, né? não esqueça de ler direitinho as regras e tudo mais e também se cadastrar na nossa nova newsletter, pra receber conteúdo maroto e exclusivo! <3




Criando uma identidade visual para as suas fotos

Muita gente vai chegar aqui pensando que é um tutorial de como inserir um logotipo enorme ou marca d’água nas fotos e não, não é, mas você já parou pra pensar pra que serve um logotipo enorme ou marca d’água nas fotos?

Nem só pra proteger contra cópia servem essas intervenções gráficas, até porque um logotipo é facilmente retirado da imagem ampliando-a, mas serve também pra mostrar pra quem está vendo de quem é a foto, quem é o autor. Mas você precisa mesmo colocar o seu nome na composição pra mostrar que a foto é sua? Será que não é como “explicar a piada” ou andar com um crachá na sua casa pra que seus parentes não esqueçam quem você é?

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Uma vez alguém comentou numa foto minha: “Fiz uma pesquisa e no meio apareceu uma foto sua que eu já sabia que era sua bem antes de clicar na foto”. Isso acontece porque quando se educa o olhar fotográfico, não se educa apenas para seguir as regras e a técnica e coisas racionais, o olhar é treinado para seguir pra um lado ou pra outro, num caminho próprio que cada fotógrafo tem, ou deveria ter.

Eu gosto das minhas fotos como gosto do meu café: Forte e escuro

Quem me conhece sabe como são as minhas fotos. Estão longe de serem registros típicos de terem saído assim da câmera e está aí o motivo pelo qual eu disse que toda fotografia precisa de tratamento, pra imprimir na foto a identidade visual do fotógrafo, o seu olhar fotográfico, que é diferente do olhar objetivo que a câmera faz e tem muito mais a ver com a visão de mundo e filosofia de vida do autor. Tratando a foto com a sua bagagem artística e adicionando a sua personalidade nas suas composições, você deixa suas obras muito mais honestas e pessoais, o que faz com que esse olhar seja só SEU, ninguém vai conseguir fazer uma obra idêntica, mesmo estando no mesmo ponto de vista e com o mesmo equipamento que o seu.

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Quando eu digo pra colocar toda a sua cultura na obra, eu digo pra se expressar mesmo, pra mostrar pra quem veja a imagem, quem de fato é você, se você é uma pessoa colorida, sempre pra cima que anda cantarolando na rua? Suas fotos sairão alegres e saturadas. Ou talvez você veja o mundo como um pom-pom cor de rosa, fofo e com cheiro de chiclete, daí suas fotos sairão com tons suaves e cores bem definidas. Eu vejo o mundo diferente, não sou lá uma pessoa muito agitada, pra cima nem muito colorido. Quem me conhece pessoalmente sabe que meu guarda-roupas é monocromático e a maioria das minhas roupas são pretas. Nas minhas fotos eu tento passar a solidão coletiva que impera nas grandes metrópoles, e os contrastes urbanos causados talvez pelo crescimento desordenado, ou talvez pela superpopulação, mas você vai ver que as minhas composições são sempre entre 1 e 3 pontos mais escuras e sempre (ou quase sempre) tem um ponto onde o sujeito ou os sujeitos se misturam com a paisagem urbana arquitetônica que eu chamo de “Selva de Pedra”. Claro que também passo pelas raízes da fotografia de rua retratando o cotidiano da população urbana, mas sempre com um drama envolvido, quase dá pra imaginar o que passa na cabeça das pessoas.

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“Mil farão HDR a sua direita, dez mil farão foto do sol com flash a sua esquerda, mas tu não serás atingido.” – Sócrates.

Mas é exatamente aqui que a coisa pega. Eu mesmo estou nesse exato momento enfrentando dificuldades para estabelecer a minha identidade visual fotográfica, o que mostra que não é lá uma coisa muito fácil de se fazer. Sempre fui conhecido como fotógrafo de rua em preto e branco, mas andei fazendo umas fotos em cores, e gostei, as pessoas gostaram e de repente eu já tinha me desvirtuado completamente da coisa toda.

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É importante criar e desenvolver o seu próprio olhar porque isso exime qualquer possibilidade de concorrência que você venha a ter em qualquer segmento da fotografia em que venha a trabalhar. Porque muitos vão fazer a mesma foto, mas só você vai conseguir fazer a foto do jeito que você faria. Criar um nome, o que significa assinar as suas fotos (não no photoshop), é importante pra que quando alguém veja uma foto sua, rapidamente associe essa obra visual a você, e impede que outras pessoas tentem copiar o seu trabalho (só você consegue ser você mesmo). Isso é tão importante que dá pra reconhecer um fotógrafo apenas pela foto. Se eu colocar uma foto aqui, que não é minha, será que vocês conseguem descobrir de quem é?

De quem é essa foto? deixem os palpites aí nos comentários. (é uma pessoa bem conhecida aqui no blog)

As fotos que ilustram esse post foram todas capturadas e editadas no meu celular. Aqui a gente já falou muita coisa sobre fotografia mobile e ainda vai falar mais em breve. Se você quiser ver tudo o que eu vejo por aí com o meu bichinho de falar alô, é só me seguir no instagram. E como aqui a palavra final é sempre do leitor, que ajuda a complementar o post, diz aí, como gosta das suas imagens?

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Fotografia e os limites do bom senso

Embora eu não goste de me meter em polêmica aqui no blog e na internet de forma geral – não discuto religião  e política aqui, por exemplo,  no máximo xingo no Twitter – como o episódio vergonhoso de ontem tem  ver com fotografia, que é o tema principal aqui do blog, achei que valia abordar o assunto.

A tecnologia trouxe pra nossa vida uma variedade gigantesca de inovações e facilidades. Tvs que respondem aos movimentos, celulares que fazem de tudo e mais um pouco e as maravilhas de estar conectado 24 horas por dia sem qualquer barulho horrível de internet discada são coisas que a gente aparentemente não vive mais sem. E junto com a dependência dessas tecnologias, a gente adquiriu uma certa dependência de parecer descolado, ocupado ou super cool, fotografando e fazendo check in em qualquer lugar que a gente vá como se fosse a coisa mais normal do mundo todo mundo saber onde a gente anda. Houve um tempo que isso era motivo pra uma ordem de restrição, mas hoje é bacana gritar pra 17.000 pessoas que você está na padaria.

O problema é: será que a enxurrada de tecnologia e facilidades nos deixou imunes às situações da vida, e pior, sem a menor falta de noção?

Eu já tinha ficado verdadeiramente chateada quando rolou aquela tragédia com o avião do Eduardo Campos  na quarta-feira e as pessoas fizeram piadas de todo tipo. Não, eu não conhecia o cara, sabia muito pouco da trajetória política dele e nem era meu candidato nem nada, mas era uma pessoa, sabe? um cara que tinha mãe, irmão, mulher e deixou 5 filhos, que assim como eu e você, também tem acesso à internet e estavam sujeitos a ler todo tipo de barbaridade sobre o assunto. Eu só me coloco no lugar e penso “se fosse com alguém da minha família, isso ia terminar de me derrubar“.

Daí não bastasse a tragédia e o fato de ter que esperar 4 dias pra poder começar todo o processo de homenagens, luto, etc etc, as pessoas, que aparentemente instalaram um app de imunidade ao sentimento alheio, estavam lá filmando e fotografando como se estivessem na fila do Rock in Rio.

De manhã, quando vi as primeiras imagens das pessoas fotografando na fila, já pensei que timing definitivamente era um problema para as pessoas hoje em dia, mas ficou pior. Selfie com caixão e família ao fundo? criancinha furando fila pra tirar foto sorridente com candidato? foto com a viúva???

O que aconteceu com o bom o velho vestir uma roupa decente, prestar suas homenagens e evitar falar besteira? E daí que não era seu parente? poderia ser. E daí que o cara era famoso? deve ser respeitado da mesma forma, e a dor dos outros também. Cada dia eu tenho mais certeza que que estamos perdendo a empatia e a capacidade de nos colocar no lugar do outro, tudo pela zoeira e por mais uma selfie na coleção.

Sabe aquilo que eu falo sobre carregar sua câmera sempre com você? esquece. Prefiro que você perca a foto do que a capacidade de se importar.




Fotos da Semana

Bom dia! E eu acabei de descobrir da pior maneira que o calendário editorial do Worpress pode ser traidor pra caramba: subiu um post que eu não tinha terminado! #fail

Falha técnica de lado, teve aqui uma lista de 20 sugestões pra você escrever no seu blog em momentos de falta de ideias, um post bem explicadinho do Fabio sobre o mito de que as fotos saem prontas da câmera sem necessidade de tratamento ( i wish!), eu listei 5 regras fotográficas pra você quebrar sem medo e também 10 maneiras de se manter criativo quando a inspiração fugir.

Nessa semana, eu me dei a “tarefa” de voltar a fotografar bastante com o celular. Como acabei trocando por um de câmera mais potente, achei que fazia sentido testar, até porque tava começando a me sentir meio dependente da DSLR e acabava não fotografando o dia a dia por que tava desacostumada com o celular. Acabou que fotografei muito mais e retomei o hábito. Até porque, o celular tá sempre perto, já a DSLR não é sempre que vale carregar comigo.

Fotografei florzinha por todo lado, testei a lente macro ( post semana que vem), fotografei na rua e só liguei a DSLR ontem, pra fazer essas duas últimas  fotos com o fundo dos discos, que aliás,  tem post já já também.  :D

 

Ahh, a caneca da Duff Beer comprei numa feira em Joinville e a camisa do Jim Morrison numa loja aqui em Balneário Camboriú que nem existe mais. Mas, acho que vocês encontram parecido dando um Google bem maroto. A camisa de flanela é Korova.

Até segunda? yeah. :D

 

Primeira à Esquerda - Luh Testoni Fotografia

Primeira à Esquerda - Luh Testoni Fotografia

Primeira à Esquerda - Luh Testoni Fotografia

Primeira à Esquerda - Luh Testoni Fotografia

Primeira à Esquerda - Luh Testoni Fotografia

Primeira à Esquerda - Luh Testoni Fotografia

Primeira à Esquerda - Luh Testoni Fotografia

Primeira à Esquerda - Luh Testoni Fotografia

Primeira à Esquerda - Luh Testoni Fotografia

Primeira à Esquerda - Luh Testoni Fotografia

Primeira à Esquerda - Luh Testoni Fotografia

Primeira à Esquerda - Luh Testoni Fotografia

Primeira à Esquerda - Luh Testoni Fotografia

Primeira à Esquerda - Luh Testoni Fotografia

Primeira à Esquerda - Luh Testoni Fotografia

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Primeira à Esquerda - Luh Testoni Fotografia

Primeira à Esquerda - Luh Testoni Fotografia

Primeira à Esquerda - Luh Testoni Fotografia

Primeira à Esquerda - Luh Testoni Fotografia

Primeira à Esquerda - Luh Testoni Fotografia




Blogando – 10 Maneiras de Se Manter Criativo!

E lá está você, todo todo no seu blog novo, escrevendo bem feliz quando de repente pfff, menina criatividade se foi e nem aquela lista de sugestões que eu dei está ajudando porque você já usou todas elas. Acontece com todo mundo, principalmente em áreas criativas onde você tem que tirar coelhos da cartola toda hora. E aí o que fazer? sentar e chorar? voltar pra cama?

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Não tem fórmula mágica pra voltar a ser criativo, infelizmente, mas sempre tem algumas coisas que você pode fazer pra ajudar seu cérebro a engatar a primeira ( trocadilho com o nome do blog não foi intencional) e te ajudar a voltar ao ritmo. Hoje eu listei 10 dessas coisas:

10 maneiras de se manter criativo!

E aí, vamos voltar ao ritmo?




5 Regras Fotográficas para Quebrar Hoje

5 regras fotográficas para quebrar hoje

A fotografia é cheia de pequenas regras e mitos que todo entusiasta e iniciante fica louco pra aprender o mais rápido possível, na sensação de “é isso que falta para minha fotografia ficar demais“, o que é e não é verdade. Como a gente já comentou nesse post, é muito bom que você aprenda as regras, já que elas te dão mais segurança e né? não ocupa espaço no cérebro e nem dói, então por que não?

Mas – já notou que eu falo “mas” em todo post aqui? – regras fotográficas não são escritas em pedra, registradas no cartório – será? – e ninguém vai sair te caçando se olhar uma foto sua e “oh meu deus, ele não usou a regra dos terços, confisquem a câmera dele!”. Regras são feitas às vezes para serem quebradas. E hoje eu listei 5 coisas que você deve saber, mas também deve quebrar, porque as fotos são suas, o estilo é seu e ser rebeldinho às vezes não pega nada:

1 -Pense primeiro, dispare depois:

Eu já falei aqui no blog em algum canto, que depois de um tempo você aprender a pensar primeiro e apertar o disparador depois, em vez de parecer uma metralhadora desgovernada e normalmente é o que eu faço e o que todo mundo faz quando pega uma certa prática. Mas e se você não sabe bem o que quer? tente, tente e tente até acertar.

2- A famosa regra dos terços:

A gente já falou dela aqui, mas ninguém vai te levar pra forca se você não a seguir de vez em quando, coisa que eu inclusive recomendo. Ponha seu objeto no centro da foto, não sou eu que vou te condenar.

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3- Enquadre perfeitamente já na câmera:

E por que não cortar na edição? É melhor ter espaço sobrando pra cortar do que fechar demais o quadro e não ter pra onde ir.

4- Edite com moderação:

Eu sou uma seguidora bem feliz dessa regra e acho de verdade que edição demais, às vezes, faz mal. Mas dar uma enlouquecida em uma foto que não ficou lá essas coisas não mata ninguém.

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5- Fotografe já certo do que você quer:

Por que? o que te impede de ir testando na edição até chegar no clima que você quer pra foto? É muito massa quando a gente fotografa e já sabe exatamente o quer da imagem, mas nem sempre é assim. Experimentar e fazer testes na edição pode te ajudar a desenvolver um estio próprio, além de ser bem divertido. :D