Fotografia

10 dicas de fotografia de rua em viagens

Ok, já podemos admitir que acabou 2014. Quem emagreceu emagreceu, quem não emagreceu pode esquecer. Quem economizou agora pode quebrar o porquinho, quem não o fez nem adianta começar. Quem trabalhou o ano todo é chegada a hora de aproveitar as merecidas férias! E claro, com o período de festas vem a tradicional temporada de viagens. Claro que nós fotógrafos pouco estaremos interessados na maionese da vó (mentira, melhor maionese) ou no Lepo-Lepo no carro do vizinho. Ou sequer nos importaremos se a cama do hotel é King Size ou Queen Size. Nós queremos mesmo é socar a câmera no pescoço e sair pra caçar! Seja no litoral, no interior, na capital ou no exterior, aqui vão algumas dicas de fotografia pra você aproveitar o melhor da sua cidade adotiva.

Pedra "O frade e a freira" em Cachoeiro de Itapemirim - ES

Pedra “O frade e a freira” em Cachoeiro de Itapemirim – ES / Photo: Fábio Carvalho

01 – Atenha-se ao necessário.
Quando você sai pra fotografar na rua, tudo o que você não quer é chamar atenção. E chamar a atenção num lugar estranho não é lá muito recomendado. Então quanto menos equipamento você levar, melhor. “Menos é mais” é uma regra que vale praticamente pra tudo, então decida qual plataforma você vai usar (dslr, mobile, filme) e escolha no máximo uma ou duas lentes pra sua câmera. Nada de Grips, nada de bolsas enormes, nada daquelas alças chamativas vermelho sangue ou amarelo mostarda. Eu uso muito uma alça chamada Black Rapid Strap que é preta, discreta, e pode facilmente ser encontrada nos ebays da vida. Se você não puder comprar uma alça nova, use a original da sua câmera virada ao contrário. (o lado preto pra fora)

 

02 – Planeje-se com antecedência.
Ninguém merece ficar vagando sem rumo pela cidade atrás de uma boa locação. Antes de chegar na cidade, pesquise, converse com moradores e faça um roteiro. Mesmo que você se desvie dele por um momento ou dois, sempre terá um norte a seguir quando se perder. Pense onde vai fotografar, com que equipamento vai, com quem vai, e qual a abordagem vai usar. Ah, tenha sempre um mapa ou GPS em mãos, junto com o endereço do seu hotel ou onde você está hospedado.

 

03 – Seja cuidadoso e ande sempre com um morador local.
Isso é mais fácil quando vamos pra casa dos tios no interior. Sempre tem um primo que vai com você te mostrando a cidade, onde ela começou e onde ela provavelmente termina. Mas serve com amigos ou até um guia turístico. Toda informação é bem vinda, processe-a e use-a a seu favor, como um GPS. Como você saiu da sua zona de conforto geográfica, tome cuidado com leis e culturas diferentes (principalmente no exterior). Esteja sempre munido de informação, que nunca é demais.

Margens do Rio Paranapanema na divisa de estado de São Paulo e paraná. / Photo: Fábio Carvalho

Margens do Rio Paranapanema na divisa de estado de São Paulo e Paraná. / Photo: Fábio Carvalho

 

04 – Mantenha sua técnica original de fotografia de rua.
Aqui no Primeira à Esquerda eu já falei um bocado sobre fotografia de rua. Já falei o que fazer e o que não fazer na rua, já dei dicas de composição, já ensinei como quebrar as regras, já contei como eu lido com as pessoas nas ruas, já falei de equipamento, já falei até das minhas referências. Nessa altura do campeonato você já tem o seu próprio estilo de fotografar, seja focando nos detalhes, nas pessoas, na arquitetura da cidade, nas multidões ou nos indivíduos, leve esse estilo com você pra onde você for. Não existe isso de que estando em Nova York opte por grande-angulares ou estando em Paris não saia sem uma 50mm (como a visão de Bresson). O que existe é VOCÊ e a SUA visão fotográfica indo pra Nova York, Paris, Itaquera, Praia Grande ou Curitiba. Eu quero ver a óptica de um lugar pela visão de fotógrafos diferentes, não fotógrafos diferentes tentando fazer as mesmas fotos.

 

05 – Saia um pouco do clichê, mas não esqueça-o totalmente.
Toda cidade tem pontos fervilhantes com mais câmeras apontadas pra frente do que um campo de futebol em final de copa do mundo. Os grandes centros, balneários ou grandes árvores de natal instalados por patrocinadores ou pela prefeitura que vão ser destino de 10 entre 10 guias turísticos (e primos do interiorr). Não fuja desses temas batidos, alguém precisa fazer essas fotos e você pode faze-las sem se sentir culpado, elas vão servir pra você se lembrar com carinho da cidade depois. Mas se quiser explorar a fotografia de rua além do turismo, saia do centro, vá pra bairros típicos, talvez exóticos, sempre tomando cuidado com a segurança. Você pode contar com a ajuda de um guia ou amigo local pra te mostrar o caminho das pedras. O que eu faço as vezes é pegar uma avenida principal e entrar a direita ou a esquerda numa rua qualquer aleatória. Além disso toda cidade tem um ponto legal que só os moradores conhecem. ACHE-O e mostre pra gente as fotos depois, no grupo do Primeira no facebook. (sério, eu quero ver!)

 

06 – Não sature um tema, diversifique.
É comum quando se acha um tema disponível que você se agarre a ele como um cinto de segurança na montanha russa. Fotografar mendigos no centro da cidade geralmente rende boas histórias e ótimas fotos, mas não traga um cartão de memória lotado apenas com desabrigados. (exceto se você tiver um projeto fechado de um tema). Assim como é comum fotografar a Torre Eiffel em Paris, de N ângulos diferentes. Mas se você trouxer mais de mil fotos apenas da torre Eiffel, eu vou te aconselhar a voltar lá e olhar pros lados. E não se esqueça dos fogos de artifício do Réveillon.

 

Reticências em Presidente Prudente - SP / Photo: Fábio Carvalho

Reticências Urbanas em Presidente Prudente – SP / Photo: Fábio Carvalho

07 – Esteja de olho no relógio e acompanhe a mudança de luz.
Acorde cedo, pegue o nascer do sol. Depois de um bom café da manhã, que pode render ótimas fotos também, saia pra aproveitar a luz menos aquecida da manhã e depois explore o alto contraste do sol a pino do meio dia. Depois da merecida soneca da tarde, o pôr do sol estará te esperando em algum ponto da cidade, do campo ou do litoral. Tente sempre compor o pôr do sol com algum elemento que fixe o local que você está, como por exemplo fotografar o sol se ponto atrás de árvores, do horizonte no mar ou edifícios urbanos. Sabendo roterizar sua viagem você aproveita ao máximo o seu dia e ainda contempla cenas diversas em diversas horas do dia.

 

08 – Não esqueça que sua vida está do lado de fora do visor.
O que conta mais do que uma boa foto, é uma boa lembrança. Não é necessário fotografar cada centímetro de onde você está. Tire seus olhos do viewfinder da sua câmera por um instante ou dois. Olhe em volta, assimile, aproveite, ria, chore, se indigne, crie lembranças pra que sua viagem não seja apenas feita de pixels.

 

09 – Liberte-se do medo e da vergonha.
O medo existe, eu mesmo sinto um certo receio em algumas situações na rua. O grande trunfo da fotografia de rua, e eu acho que algum psicólogo já disse isso em algum momento, é transformar o medo num agente controlador e não num agente paralisador. Assim ele te impede de fazer merda, e te orienta nas situações mais delicadas. Não deixe de ir por causa do medo, use o medo pra te injetar cautela e VÁ! Com a vergonha é mais ou menos alguma coisa, se você tem vergonha de pessoas, circule um pouco sem fotografar. Eu sempre faço isso em lugares onde não faço a mínima idéia do que vou encontrar, passo um tempo andando, sem fotografar, como “missão de reconhecimento do terreno”. Só depois de adquirir um mínimo de segurança, pode partir para os primeiros clicks.

 

Oi? em Guarujá - SP / Photo: Fábio Carvalho

Oi? em Guarujá – SP / Photo: Fábio Carvalho

10- Seja você um clicador compulsivo ou econômico, fotografe sempre um pouco a mais.
Eu sempre falo que é melhor fazer uma foto ruim e depois apaga-la do que ter tido a oportunidade de ter uma boa foto e não fazê-la. Há quem faça mil ou duas mil fotos numa saída fotográfica, e há pessoas como eu, mais recatadas, que perdem algumas oportunidades em nome de outras que virão alguns passos a frente. No entanto há algumas fotos minhas que não são fotos, são lembranças, que seriam ótimas fotos se no momento eu optasse em tirar a câmera da bolsa ou o celular do bolso. Aliás…

 

10.1 – Não menospreze seu celular, ele tem uma câmera embutida. E nós amamos câmeras.
Muita, mas MUITA gente vem me dizer que não segue nossas dicas de fotografia porque não tem uma câmera profissional, tem apenas um smartphone em mãos. É muito importante saber que o celular é uma ótima plataforma pra fotografia de rua. É discreto, em geral trazem ótimas câmeras e inúmeras possibilidades de edição através de dúzias de apps disponíveis nas lojinhas. E cabem no bolso. E tem joguinhos muito legais neles.

Art, o Macaco-Prego em Cianorte - PR / Photo: Fábio Carvalho

Art, o Macaco-Prego em Cianorte – PR / Photo: Fábio Carvalho

Seja qual for o seu destino, ou se não for muito longe mesmo, explore as possibilidades fotográficas do lugar onde você está. Às vezes coisas simples como portas e janelas antigas ou avenidas enfeitadas servem pra criar cenários incríveis pras suas imagens. Ah, esse é o meu ultimo artigo de 2014, agora eu volto só em 2015, com mais fotos e dicas legais pra vocês, quem quiser me acompanhar nessas mini-férias, vou estar sempre no instagram, segue lá. Um bom natal e um ótimo réveillon pra todos vocês e nos vemos por aí, em 2015. Mas e aí, pra onde você vai nessas férias? Não se esqueça de mostrar as fotos pra gente!

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Cotidiano

Canequice e as Canecas do blog

Se você me acompanha nas redes sociais, já deve ter notado que eu adoro café. Sério, qualquer desculpa pra tomar café pra mim é válida e por isso, quando pensei em fazer algo pro #desafioprimeira com a minha cara e a cara do blog, claro que canecas foram a decisão lógica. Daí eu lembrei do pessoal da Canequice.

Luh Testoni Fotografia - Primeira à Esquerda Blog.

A marca, que é catarinense como eu ( <3 ) é de Floripa e faz umas canecas MUITO legais. Aquela minha coleção do Beatles é de lá ( agora tenho três Beatles, quebrei o Ringo sendo pateta na cozinha), a caneca do PacMan que vocês viram no Instagram e as duas versões das canecas do blog também. Tô escrevendo tuuuudo isso porque sempre me perguntam onde mandei fazer as canecas do blog, então resolvi escrever aqui de uma vez.

A qualidade das canecas é super bacana, resistentes e as impressões deles ficam perfeitas, só ver as duas versões das canecas do blog que saíram bem como enviei os arquivos pra eles.

Luh Testoni Fotografia - Primeira à Esquerda Blog.

Se você prefere comprar a caneca pronta, porque você não tem um blog ou coisa assim, eles tem váaaarias categorias, como cinema, pin ups, geek, kids e games. Também tem porta copo, como esses dos Beatles que usei em algumas fotos e vocês já devem ter visto no Instagram. Já se você é como eu que resolve ter uma coisa com a sua cara, eles tem uma área só pra projetos personalizados, onde vocês podem fazer canecas e porta copos com a arte que der na telha.

O legal também é que é tudo super rápido e a entrega é feita via Sedex. Aqui pra Itajaí por exemplo, é de um dia pro outro, o que deixa a ansiosa aqui bastante contente. :D

Então here we are, a dica do pessoal bacana que faz as canecas pra mim, assim vocês podem fazer projetinhos personalizados também.

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Consumo sustentável e menos um monopé.

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Se tem uma coisa nessa vida que eu entendo, é o conceito de comprar por impulso. Sabe aquela coisa de olhar, achar lindo, diferente ou divertido e sacar o cartão de crédito sem pensar duas vezes? Pois é. Sei lá quantas vezes eu já fiz isso na vida e apesar de parecer legal na hora, a gente acaba cheio de coisas bacanas que a gente não precisa. Porque a verdade é essa: a gente compra coisas super legais, mas que não nos serve pra muita coisa a longo prazo.

Além disso, temos cada vez menos espaço, certo? Apartamentos cada vez menores em prédios cada vez mais altos pra acomodar cada vez mais gente e socorro, pra que manter coisas demais? A gente não precisa. Com isso, a ideia de desapegar se torna cada vez mais recorrente, sustentável e convenhamos, prática. Já pensou em vender aquela coisa que você comprou por impulso, nunca usou e que pode ser super útil pra outra pessoa? É isso que euzinha estou fazendo com esse Monopé:

 

Vivitar monopé OLX

 

Olha a pessoa ( vulgo eu): comprei esse monopé, não usei nenhuma vez – nenhumazinha mesmo – e logo em seguida comprei outro porque era um pouco maior. Louca? Talvez. Resultado: Um monopé novinho da Vivitar sentadinho aqui com cara de “eu seria mais útil em outro lugar”. E é por isso que estou colocando ele na OLX, porque desapegar é preciso e eu sei que outra pessoa vai fazer bom uso dele.

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Eu tenho certeza que se você olhar aí ao seu redor, vai também encontrar coisinhas bacanas que você comprou na empolgação e nunca usou, né? Que tal aproveitar o meu embalo e também colocar essas coisas pra desapegar na OLX? Não rola comissão em cima da sua venda nem é preciso pagar pelo anúncio, você faz uma graninha que pode ser bem útil, principalmente no fim do ano e também libera um espacinho a mais na sua casa.

 

Vivitar monopé OLX

 

Além disso, tá mais do que na hora da gente aprender a consumir de forma inteligente, né? O que não tá sendo usado na sua casa, pode ser exatamente o que outra pessoa precisa e se você desapegar, não é necessário produzir cada vez mais e mais pra suprir as demandas.

 

Tá pouco de facilidade? Dá pra fazer tudo em dois tempos no aplicativo da OLX sem stress, inclusive procurando ofertas pertinho de você. Meu monopé está lá esperando o novo dono, que tal dar uma olhadinha lá e aproveitar pra desapegar também?

 

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Fotografia

Fotógrafo cria projeto com a ajuda de micróbios

Você não leu errado, o fotógrafo coreano  Seung-Hwan Oh, também conhecido como Tonio Oh, desenvolveu uma técnica no mínimo incomum para trabalhar seu projeto entitulado “Impermanence”, que consiste numa série de retratos danificados por micróbios.

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Há alguns anos, o artista leu um artigo da BBC sobre este problema, de fungos afetarem arquivos de filmes. Ele percebeu que eles estavam certos: “Eu notei que se o filme for mal armazenado, fungos pode corroer e destruir o seu conteúdo”, diz ele. “E então eu percebi que eu poderia entregar a idéia da impermanência da matéria aplicando esta catástrofe natural no meu trabalho.”

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O artista conseguiu essa “façanha visual” imergindo seus filmes revelados em água com vários tipos de micróbios. Durante meses ou até anos, eles comeram os pigmentos da emulsão de halogenetos de prata (substância que é colada com gelatina em uma camada de plástico para formar o filme fotográfico), ofuscando o primeiro plano, fundo e escala. O resultado final são imagens do que restou do processo orgânico com cores modificadas e formas abstratas. “A intenção é explorar de forma plástica a impermanência da matéria, assim como limitações materiais da própria fotografia analógica”, revela o fotógrafo em seu site.

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Incrivelmente bizarro não? Eu vivo dizendo que a arte é ilimitada, e SÓ QUANDO os fotógrafos pararem de decorar apenas números de ISO e velocidade de obturador, e forem muito, mas MUITO mais fundo, é que vão entender o que é arte de verdade. Eu gosto de ver projetos como esse pra mostrar pra quem está começando que é necessário se concentrar num conceito muito maior do que fotometria e balanço de branco. Ou você acha que o fotógrafo aqui estava preocupando com “o nível de ruido na fotografia”?

E você, diz aí, já fez ou viu algum projeto que tinha tudo pra ser bizarro mas os resultados foram fantásticos?

fonte: wired

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Cotidiano

Fotos da Semana

Tô cansada. Falar pra vocês que acho que Dezembro joga o peso do trabalho do ano inteiro nas costas e né? morta de cansada, mortinha. Ainda assim, não me sinto muito preparada pra renas, presépios e coisas do tipo.

Segunda falei sobre o Litely, um aplicativo de fotografia pra iOS com efeitos bem sutis e também repeti a dica do Squaready, um aplicativo muito útil pra colocar suas fotos no Instagram. Terça a gente falou sobre uma das nossas leitoras que faz fotos de rua super incríveis e a gente morre de orgulho quando vê vocês fotografando por aí.

Quarta eu expliquei a diferença entre apagar as fotos e formatar seu cartão de memória, que pode evitar problemas e aumentar a vida útil do seu cartão. Ontem teve 5 fotos que eu fiz do tema Listras, pra ver se eu entro no clima natalino que pelo visto ainda não me contagiou.

Ok, hora da bronca:

Gente, infelizmente, mesmo eu falando, falando e falaaaaando sobre crédito e direitos autorais, tô achando muita coisa aqui do blog e as minhas fotos passeando por aí sem crédito. Como vocês sabem, as fotos e os textos do blog além de serem o meu trabalho, são protegidos pela lei do direito autoral, ou seja, usar sem minha autorização ou os créditos pra mim e pro blog é crime, inclusive no fim do layout do blog tem um aviso bem claro sobre isso. Sempre que descubro ou alguém me manda, entro em contato pra pedir a retirada ou a inclusão de créditos com o link original, e peço que se vocês verem minhas fotos passeando em outros blogs e Instagram, por favor, façam o mesmo ou me avisem. Eu sei que é chato pra cacete eu repetir essas coisas e pode parecer que tô sendo dramática, mas se vocês vissem o trabalho de vocês passeando por aí dessa forma vocês com certeza entenderiam. Eu não quero ter que enfiar travas aqui no blog e lotar as minhas fotos de marcas d’água, então eu só peço que a galera colabore. Quando me mandam email pedindo pra linkar textos ou usar fotos com créditos, eu raramente recuso. De verdade. Então não custa me mandar um email e dar os créditos, certo?

Ok, fim da hora da bronca, vejo vocês segunda. :)

Luh Testoni Fotografia Primeira à Esquerda Blog

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1 Tema, 5 fotos: Listras!

Em todos os anos nessa indústria vital, eu nunca levei tanto tempo pra fazer um mísero 1 Tema, 5 fotos. Tava enrolando, basicamente. Fazia uma foto, largava lá, não fazia as outras quatro e assim foi, até tomar vergonha na cara pra terminar as cinco imagens.

Eu adoro listras. Acho que é uma coisa que a gente tem que usar com moderação e tal, pra não sair de casa parecendo a vovó metralha, mas adoro. Daí esses canudos lindos caíram no meu colo, esses pirulitos de Natal também ( uma delícia, aliás) e cá estamos! Tô com uma série de 1 Tema, 5 fotos pra fazer - eu sou a louca das séries, já notaram? – e prometo ser mais frequente com elas em 2015.

Lembrando que quem quiser participar, pode mandar as 5 fotos pro nosso grupo do Flickr.

E você, já pensou em alguma série pro Natal? :D

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